terça-feira, 16 de dezembro de 2008

[no limite]

no limite

existirá
um só
instante

um suspiro
preso

uma breve
incandescência

um esboço
de um começo

3 comentários:

Luis F disse...

Mais um poema digno de ser lido...

Gosto de acompanhar o que por aqui deixas, meu amigo.

Um abraço
Luis

Flávio Lopes da Silva disse...

no limite é que nos conhecemos, não é?
abraço xavier.

Xavier Zarco disse...

Camaradas,
São poemas, como quem os escreveu, que têm já barbas brancas. São bem antigos, muito deles antes da publicação do meu primeiro poema, e já lá vão uns vinte anos.
Flávio, de facto assim considero: é nas situações limite que nos conhecemos - e nos damos a conhecer - melhor.
Um abraços a ambos
Xavier Zarco